Indiscutivelmente
os textos aqui postados discutirão sobre minhas experiências e a de outras
pessoas, no intuito de auxiliar, de somar cada vez mais e fazer com que mais
pessoas tenham conhecimento de que existe sim o transtorno da mãe narcisista.
Que é caracterizado pelo perfil psicológico da mulher que tem opinião elevada
sobre si, julgando-se superior aos demais exigindo por isso maior atenção sobre
si. Tem pouquíssima empatia, faz-se de vítima do mundo acreditando-se sempre certa em suas ações,
gerando na maternidade portanto, comportamentos abusivos que prejudicam a saúde
mental de seus filhos.
É
de extrema importância que nossos leitores saibam que não sou psicóloga e nem estou
autorizada a esclarecer dúvidas ou auxiliar meus leitores em conversações “inbox”. O mais
indicado é que procurem ajuda profissional séria. Mas com tudo, caso venham a
se beneficiar dos textos que aqui serão postados, caso haja identificação
saibam que tudo o que aqui está sendo criado é para ser compartilhado de forma
sadia, sobre reflexões pessoais, com o único intuito de ajudar ou de alavancar
decisões. A decisão de procurar ajuda médica para curar-se e viver a vida que
Deus tem preparado para cada um de nós.
O texto acima remete-nos
a uma analogia de que as mães têm o poder supremo, aqui na Terra de “construir”
personalidades, pois elas em sua grande maioria cuidam da criação dos
pequeninos, ensinando-lhes, corrigindo e nutrindo seus filhos até que estejam
fortes, adultos e preparados para enfrentar as intempéries da vida. Na maioria
dos casos dá certo, são as chamadas famílias funcionais que conseguem educar
seus filhos dentro de um padrão familiar positivo e saudável, onde desenvolvem-se
mentes equilibradas.